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Outubro Rosa

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer — INCA, a estimativa é que entre 2016 e 2017 tenham surgido cerca de 600 mil novos casos da doença. Dentre as mulheres, 28% é de diagnósticos de câncer de mama, doença causada pela multiplicação de células anormais que formam um tumor nos seios.

Há vários tipos de câncer de mama, alguns com desenvolvimento rápido, outros mais lentos. Existe tratamento, com chances de cura aumentadas quando a doença é detectada em fases iniciais. Entretanto, uma parte dos casos ainda é detectada em estágios que dificultam o tratamento.

A boa notícia é que uma equipe de pesquisadores norte-americanos vem buscando o diagnóstico precoce do câncer em um método não invasivo: um exame de sangue capaz de detectar fragmentos genéticos específicos de câncer de mama, pulmão, ovário e colorretal, o que identifica a doença em seu estágio inicial. O método de alta precisão é uma abordagem promissora que identifica o câncer por meio de mutações encontradas no sangue – o que poderia salvar até 1 milhão de pessoas por ano em todo o mundo.

Ainda são necessários estudos para confirmar os resultados em larga escala e garantir que o teste possa fazer o diagnóstico com eficácia, e esse processo que pode levar cerca de cinco anos. Assim, continua sendo muito importante que todas as mulheres, independentemente da idade, conheçam seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Afinal, a maior parte dos cânceres de mama ainda é descoberta pelas próprias mulheres.

Por isso, a consulta periódica ao ginecologista e os exames de rotina, incluindo a mamografia, ainda são as melhores armas na prevenção e no tratamento da doença. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver câncer de mama (idade, fatores endócrinos ou genéticos), e é importante lembrar que as consultas periódicas se tornam ainda mais importantes para as mulheres com mais de 40 ano – por serem mais propensas a desenvolver a doença.



Fontes: Veja , INCA


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