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O que fazer durante uma crise de ansiedade?

Há então uma íntima relação entre ansiedade e pânico. A ansiedade está relacionada com a antecipação negativa de eventos que estão prestes a acontecer, e o pânico pode levar essa ansiedade a limites extremos, causando uma situação de ameaça iminente à integridade do indivíduo que produz um grau elevado de incapacitação. A matriz do pânico é o medo, e um medo incontrolável que torna difícil conter pensamentos ruins – como medo de morrer ou de perder o controle.

Os chamados ataques de pânico são frequentes em pessoas portadoras de transtornos de ansiedade, como a síndrome do pânico e o transtorno de ansiedade generalizada, e sua frequência depende de inúmeras variáveis. Ocorre principalmente em pessoas de 14 a 45 anos, e é mais frequente em mulheres do que homens (em uma proporção de 2 para 1).

Pessoas com pânico costumam relatar reações físicas como taquicardia, hiperventilação, vertigens, entre outros sintomas.

O que fazer quando perceber que está tendo um ataque de pânico?

O pânico decorre de mecanismos automáticos cerebrais e faz parte de um complexo sistema de defesa do organismo. Por não se tratar de um mecanismo consciente, é muito importante não tentar lutar contra ele. Mas a pessoa pode tomar algumas ações: 

  1. Recorrer a técnicas de relaxamento, como meditação ou contar de 100 a zero.
  2. Usar técnicas de distração, como uma conversa suave, música suave, palavras que acalmem, ou massagem em regiões do corpo que produzam relaxamento.
  3. Controlar a respiração com exercícios, inspirando e expirando lentamente e sem pressa.
  4. Relaxar os grupos musculares mais tensos (primeiro a face, depois a nuca e pescoço, em seguida os ombros, os braços, o tórax e assim sucessivamente).
  5. Se possível, buscar um lugar no qual se sinta confortável fisicamente, que seja bem ventilado com vista o mais aberta possível.

Os pensamentos que devem ser priorizados nesses momentos são aqueles que nos afastam do medo: a certeza lógica que é só um ataque de pânico sobre o qual não há controle, mas que irá passar. Tentar não ter medo do medo, e sim aprender com ele.

Essas são medidas imediatas e paliativas, é claro. É necessário procurar um especialista competente, pois somente com acompanhamento e uso de medicamentos especializados pode-se tratar adequadamente uma síndrome de pânico.

Fonte: Fundação Sanepar .


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