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Exames fundamentais para a saúde da mulher

O dia 28 de maio marca duas lutas importantes para a saúde feminina: o Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Ambas têm como objetivo chamar a atenção e conscientizar a sociedade dos diversos problemas de saúde e distúrbios comuns na vida das mulheres.

Com o aumento da expectativa de vida das mulheres, é importante prestar atenção à saúde nas diferentes fases da vida. Por isso, é fundamental manter os exames preventivos sempre em dia.

São eles:

Papanicolau: exame citopatológico realizado para detectar alterações nas células do colo do útero antes que a mulher apresente sintomas, reduzindo a mortalidade pelo o câncer de colo de útero. O início da coleta deve ser aos 25 anos, e os exames devem seguir até os 64 (sendo interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos em 5 anos).

Rastreamento do Câncer de Mama: mais comum entre as mulheres, a maioria dos casos de câncer de mama tem sido diagnosticados já em estágios avançados – o que exige mais atenção à necessidade do diagnóstico precoce, que, aliado ao tratamento, possibilita melhores resultados. Mulheres de 40 a 49 anos devem fazer exame anual e, se alterado, mamografia. Mulheres de 50 a 69 anos devem fazer exame anual e mamografia a cada dois anos. Mulheres de 35 anos ou mais com risco elevado devem fazer exame e mamografia anuais.

Densitometria Óssea: a osteoporose causa limitação funcional e consequente perda da capacidade laborativa de seus portadores. A identificação precoce do diagnóstico é fundamental para a prevenção de fraturas e preservação da qualidade de vida das mulheres. O exame é indicado para mulheres com mais de 65 anos, com deficiência estrogênica com menos de 45 anos, e na pós-menopausa com fatores de risco.

É importante melhorar a assistência para as mulheres em todas as fases da vida, especialmente na gravidez e no puerpério, para reduzir ainda mais a taxa de mortalidade materna – óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou da localização da gravidez.

Hipertensão, hemorragia, as infecções puerperais, as doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, parto e puerpério e o aborto são as cinco principais causas de morte materna. Por isso a importância do Pré-natal, um instrumento fundamental para o cuidado durante a gravidez.

Fonte: Blog da Saúde/Coordenação Geral de Saúde das Mulheres - CGSM


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