logo Plural Adminsitradora de Benefícios

CAPITAIS

4020-2148

DEMAIS REGIÕES

0800-020-2149

SAC - WHATSAPP

21 99600-5046

TELEVENDAS - WHATSAPP

21 99598-1421

Educação: Autoridade x Autoritarismo

Educar os filhos com autoridade sem decair em autoritarismo é um dos principais desafios diante dos quais os pais se deparam no processo de formação dos pequenos. Para ficar bem claro, autoridade implica em utilizar sua influência sobre a criança fazendo com ela obedeça, já o autoritarismo diz respeito ao exagero na forma de lidar com ela, desde intimidação ou mesmo humilhação até uso desproporcional de força, levando a um sistema totalitário que encerra o diálogo.

Crianças precisam que os pais saibam exercer corretamente a autoridade que lhes é própria, em função de seus papéis no ambiente doméstico. Dentro de casa, a autoridade está relacionada ao respeito e consideração aos pais pela responsabilidade atribuída a quem cria uma criança ou adolescente (formação, valores, educação e preparação para o contato com o mundo externo), e também pelos sentimentos ligados aos laços sanguíneos e/ou ao compromisso assumido.

Para a criança, os pais são as primeiras figuras de autoridade e, durante muito tempo, as mais importantes. Ao longo da primeira infância, a criança deve ser preparada para transferi esse direito para avós, professores, etc, de forma a reconhecer uma figura de autoridade em outros educadores. Nas famílias em que prevalece o diálogo, a autoridade é percebida de forma natural, e as crianças aprendem a utilizar suas ferramentas de entendimento em suas outras relações, fora do âmbito familiar. Para isso é imprescindível que no trato com a criança exista sempre uma argumentação clara e bem-feita, que evidencie os motivos da conversa, as questões em pauta, os problemas discutidos e as alternativas de solução.

Sustentar autoridade implica em compromisso ético e de muita responsabilidade acerca das ações dos adultos. Trata-se de um canal por onde se transmite valores, firmeza e segurança, permite um questionamento que induz à reflexão, induzindo a criança a pensar  sobre a ordem das coisas. Famílias que lidam com embates frequentes tendem a criar pessoas igualmente agressivas, repressoras e autoritárias em outros espaços e situações.

É possível recuperar a autoridade em lares cujas relações são desrespeitosas, mas não é um processo fácil e não há soluções prontas – exige tempo e trabalho. O diálogo deve ser a palavra de ordem na mediação dos inevitáveis conflitos ou diferenças de opinião que surgirem. Veja algumas dicas:

  1. Pais educam pelo exemplo, por isso tudo começa pela relação de respeito e honestidade do casal. Assim os filhos estabelecem como devem superar as divergências;
  2. O diálogo pode tender para uma conversa mais tensa ou dura, mas em nenhum caso deve haver imposição ou violência;
  3. A clareza das informações deve prevalecer, assim como o direito de os filhos se manifestarem mostrando o seu lado;
  4. A criança confia na autoridade dos pais quando verifica que eles cumprem o que dizem e fazem o que prometem;
  5. Não desautorize o(a) parceiro(a) na frente da criança, pois a autoridade parecerá relativa e passará a ser questionada pela criança, pois.

Por fim, atitudes autoritárias e violentas desencadeiam situações ainda piores, de confrontação e de transgressão cada vez maiores. Proibir, punir ou limitar ações dos filhos, por exemplo, só tem sentido se a situação como um todo for explicada de forma clara para que eles entendam os motivos das impostas.


ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS
ANS